Femama Batalhadoras. Todo dia uma vitória contra o câncer de mama. Marlí Marcon

Depoimentos :: Batalhadoras

  • Fabiana Vicente

    28/08/2018 - Meu nome é Fabiana, tenho 35 anos e gostaria de compartilhar a minha história com vocês. Aos 23 anos descobri que estava com câncer de mama. Foi um choque, pois era muito jovem, e ao mesmo tempo um alívio tomou conta de mim, pois eu tinha descoberto cedo e tinha chance de me curar.

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  • Salete Rosa

    21/05/2018 - Olá, meu nome é Salete, e quero dar um depoimento pra ajudar as mulheres que estão passando pelo problema do câncer. Tive câncer de mama e há cinco anos estou curada. Na hora, a gente se desespera, acha que tudo vai acabar, mas não é bem assim.

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    Taline Libanio

    26/10/2017 - Meu nome é Taline. Tenho 33 anos e sou a prova viva de que o câncer não escolhe idade, sexo, raça ou classe social. Minha família é "herdeira" de uma mutação genética no gene BRCA1 e no final de 2015, com 31 anos, descobri que também era acometida pela mutação e que tinha 87% de chances de desenvolver o câncer de mama até meus 35 anos.

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  • Patricia Gil

    25/10/2017 - Meu nome é Patricia Gil e fui diagnosticada com câncer de mama em maio de 2015 aos 39 anos. Quem descobriu a alteração em meio seio foi meu marido, uma retração no seio esquerdo na parte inferior. Sem acreditar que poderia ser algo grave, não quis buscar ajuda médica e infelizmente a hipótese de ser um câncer, jamais passou pela minha cabeça.

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    Ana Paula Cellane

    23/10/2017 - Sou Ana Paula, tenho 38 anos, moro em Americana (SP). Sou mãe de dois filhos, Julia de 12 anos e o Pedro de sete anos. Esposa do Renato, meu amado companheiro na batalha.

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  • Dania Garcia

    17/10/2017 - Meu nome é Dania Garcia, tenho 50 anos e estou em tratamento desde 2014. Vou contar uma história diferente. Em 2012 sofri um acidente de trabalho que causou uma lesão neurológica permanente na minha mão direita me excluindo de um trabalho voluntário que amava fazer: educadora.

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    Mara Tavares

    09/10/2017 - Foi no mês de junho de 2016 que eu descobri um carcinoma invasor grau 2 do tipo lobular na mama direita. Descobri que o câncer de mama tem nome e sobrenome e, antes de acontecer comigo, pensava que todos os cânceres eram iguais e que também era uma sentença de morte.

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